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24/10/2017

Estado cria Sistema Paranaense de Parques Tecnológicos

O Paraná quer se consolidar entre os três estados mais intensivos em inovação do Brasil. Segundo o Centro de Liderança Pública, atualmente o Estado ocupa o quinto lugar e a meta é ganhar posição nos próximos 20 anos. Este foi um dos assuntos da reunião do Conselho Estadual de Parques Tecnológicos (Cepartec), nesta terça-feira (24), no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O Conselho, que é presidido pelo governador Beto Richa, aprovou a criação do Sistema Paranaense de Parques Tecnológicos e apresentou a proposta de seu planejamento estratégico, até 2.037. O sistema será agora formalizado por meio de decreto do governador.

O Sistema Paranaense de Parques Tecnológicos vai ordenar e integrar ações de pesquisa e inovação tecnológica, buscando a participação de universidades e institutos de pesquisas, alunos, pesquisadores e setor privado. “No Estado, existem inúmeras iniciativas implantadas, mas faltava uma coordenação que pudesse identificar quais são as inovações necessárias a serem desenvolvidas aqui, quais as fontes de financiamento para que esta inovação se desenvolva e quais as equipes capacitadas para poder desenvolver esses projetos”, explicou o secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa. Ele ressaltou a importância da parceria entre as instituições envolvidas para que os parques tecnológicos alcancem os resultados esperados.

Hoje, no Paraná, existem 15 iniciativas efetivas de parques tecnológicos nas áreas de agroindústria, biotecnologia, nanotecnologia e tecnologias da informação. Destas, oito já se encontram em fase de operação: os parques de Cascavel, Londrina, Pato Branco, Foz do Iguaçu, Parque Tecnológico Virtual-PTV, Tecnoparque da PUC/PR, Parque de Software de Curitiba, Parque Tecnológico do Tecpar. Outras quatro estão em em fase de planejamento: parques de Ponta Grossa, Guarapuava, Paranavaí e Jacarezinho, e três em fase de implantação – Toledo-Biopark, Maringá; Cornélio Procópio.

AÇÕES DIRECIONADAS - Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, o conselho tem uma importante atuação para que o Paraná se consolide como um estado inovador. “A partir deste planejamento teremos ações mais direcionadas para o fortalecimento dos nossos parques tecnológicos, através da integração entre as universidades e instituições parceiras”, disse ele. “Não só o Paraná, mas todo o Brasil precisa ampliar sua atividade na área de inovação e implementação de novos parques tecnológicos regionais, visando melhores condições para o desenvolvimento”, afirmou.

Para o coordenador do grupo técnico do Cepartec, Francisco Assis Inocêncio, com o planejamento estratégico, o Paraná estará entre os três melhores estados do Brasil. “Vamos criar mecanismos nos parques tecnológicos que facilitem a integração entre as instituições de pesquisa científica e tecnológica e as empresas. Nosso desafio é garantir a interação para que os parques se tornem complementares.”

O Conselho Estadual de Parques Tecnológicos foi instituído no ano passado (decreto 5.145/2016) para elaborar a política pública para instalação de parques tecnológicos no Paraná, apontar segmentos prioritários, aprovar e acompanhar a implantação desses parques.

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